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26 de Outubro de 2018

Quando usar um colete de sustentação

Colete Putti é indicado por médicos e fisioterapeutas e recomendado para problemas na coluna

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A rotina de trabalho para quem fica muito tempo sentado em frente ao computador ou até mesmo quem fica muito tempo de pé pode trazer problemas à saúde com o passar do tempo. A má postura pode acarretar em patologias e lesões nas vértebras, discos vertebrais ou músculos, por exemplo. Para esses casos é comum que médicos e fisioterapeutas recomendem a utilização dos coletes de sustentação, como o Colete Putti.

Na maioria das vezes, médicos e especialistas em coluna indicam a utilização do colete para proporcionar maior estabilidade na coluna vertebral, auxiliando na redução de movimentos indesejáveis e promovendo o repouso de estruturas lesionadas. Segundo o fisioterapeuta Regis Severo, que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Mercur, alguns estudos sugerem que a compressão elástica e o aumento da pressão intra-abdominal proporcionada pelo colete reduzem a força e o estresse aplicado na coluna vertebral.

Para cada tratamento, um tamanho de colete é prescrito pelo profissional da saúde. “O Colete Putti de modelo alto é recomendado para a estabilização tóraco-lombar, restringindo mais movimentos e indicado para lesões graves, como fraturas e luxações. Já o modelo baixo atua na estabilização lombar e pode ser utilizado em lesões menores, que não necessite de restrição de movimentos”, pontua Regis.

Possibilidades de uso

O Colete Putti pode auxiliar em tratamentos para a coluna, sempre por meio de recomendação médica. O fisioterapeuta da Mercur explica que existem três tipos comuns de utilização do produto: o tratamento conservador, o pós-operatório e o de lesões neurológicas.

Tratamento conservador: assim chamado porque não envolve procedimento cirúrgico, neste caso o Colete Putti auxilia na estabilização da coluna de forma a complementar outros tratamentos, como os que envolvem o fortalecimento muscular e a melhora da flexibilidade corporal. Patologias como hérnia de disco, espondilólise e espondilolistese se encaixam nessa categoria. "Sabemos que o movimento, especialmente por meio de exercícios físicos, é a melhor forma de tratamento para a maioria das condições que geram dor na coluna. Entretanto, o Colete Putti pode ser indicado para determinadas situações como uma alternativa de oferecer maior segurança ao paciente, reduzindo a dor e permitindo maior aceitação as demais terapias", explica o profissional, que reitera que cada caso deve ser avaliado por um médico ou fisioterapeuta.

Pós-operatório: neste caso, o colete Putti é recomendado para aumentar a estabilidade da coluna, tendo como objetivo minimizar a sobrecarga e o movimento das estruturas lesionadas favorecendo a recuperação. Para Severo, o colete é indicado "especialmente na fase inicial do tratamento, quando o quadro de dor é mais acentuado".

Lesões neurológicas: em casos como a lesão medular ou Acidente Vascular Encefálico (AVE), o colete Putti pode ser utilizado como um recurso terapêutico com o objetivo de promover maior estabilidade ou sustentação do tronco do paciente, permitindo o treino de atividades funcionais do dia a dia, como sentar/levantar e caminhar.

Recomendação de um profissional da área da saúde é imprescindível

O período, frequência e demais recomendações de uso, seja para o tratamento conservador, pós-operatório ou lesão neurológica, deve ser prescrito por um profissional da saúde, de acordo com a particularidade de cada tratamento. Em muitos casos, independente da patologia ou lesão, o Colete Putti pode ou não ser indicado. Regis explica que "nos casos de hérnia de disco, por exemplo, a indicação se dará pela necessidade ou não de estabilização extra e não pelo próprio diagnóstico". Por isso é imprescindível que o uso seja prescrito e orientado pelo profissional de saúde responsável pelo tratamento. "Cabe ressaltar que a melhora clínica do paciente, como a redução da dor e a melhora dos movimentos irá depender do tratamento como um todo e não apenas do uso do colete", explica o fisioterapeuta, ressaltando que o uso do produto deve ser complementar a outras formas de tratamentos e terapias, especialmente as que envolvem o exercício físico.

Ergonomia e tamanhos

Pensando no bem-estar de quem precisa passar por algum tratamento, a Mercur aperfeiçoou o acabamento do Colete Putti  e acrescentou em sua tabela de medidas um tamanho maior, o XG. A partir de um levantamento antropométrico, que estuda as medidas e as dimensões das diversas partes do corpo humano, e da prova do produto por pessoas de diferentes biotipos corporais, foi identificado que, em alguns casos, a circunferência do produto atendia ao usuário, mas a dificuldade ao vesti-lo reduzia o alcance do colete, dando a impressão de que o tamanho não era adequado. Após este estudo, os tamanhos foram readequados, levando em consideração uma leitura mais confiável das medidas corporais, facilitando a escolha do usuário pelo modelo mais adequado a sua anatomia. 

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Informações para a Imprensa:

Engaje Comunicação Inteligente

Fernanda Dreier, Gabriela Fritsch

(51) 3378.1136

mercur@engajecomunicacao.com

 



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