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Das intenções às ações

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15/01/2020

Das intenções às ações

Dicas para planejar um 2020 com resoluções que saiam do papel

#PraCegoVer A imagem simula uma mesa de escritório em que aparece o fio de um telefone, um Planner 2020 de capa azul escuro, calculadora, lapiseira, borracha, caneta corretiva e elásticos, além de uma plantinha verde, do tipo suculenta

Ser mais saudável, praticar exercícios, aprender alguma coisa, economizar tempo e dinheiro. Todo ano fazemos listas de resoluções com o desejo de melhorar nossas vidas. Mas quantas realmente colocamos em prática até o final do ano?

Segundo uma matéria publicada pela revista inglesa The Economist no dia 31 de dezembro de 2019, o entusiasmo generalizado do mês de janeiro tende a declinar ao longo do ano. Visitas à academia voltam ao normal já na metade de fevereiro e em novembro as buscas no Google por hábitos saudáveis atingem seu ponto mínimo. A boa notícia é que, quem consegue passar de março, tem quase dois terços de chance de persistir até dezembro. Mas, e como faz para se organizar e persistir? 

Organização para uma vida real, não uma vida ideal, é o que propõe Thais Godinho, autora do livro Vida Organizada, que traz dicas de organização e de produtividade para inspirar as pessoas a terem mais qualidade de vida. Ela diz que a organização não é um modelo perfeito a ser alcançado, mas sim um meio para chegar onde se deseja. 

“Motivação é o que faz você começar. Disciplina é o que faz virar hábito. Hábito é o que faz você continuar. A organização ajudará você com os três.”, aposta.

Em seu site conta mais sobre o método, disponibiliza mentorias e planilhas gratuitas para quem está tentando tirar resoluções do papel. 

E você, o que planeja?

Adotar práticas mais sustentáveis? Nicole Berndt, do blog Casa Sem Lixo, que compartilha a rotina de sua família em busca de uma vida com menos lixo, também aposta em planejamento e organização. “Em geral, quando pulamos essa parte, nos deparamos com muito lixo. Resíduos desnecessários, desrespeito ao planeta, estresse nas coisas mínimas como uma simples compra, até dívidas e, porque não, uma briga daquelas. Já dizia o ditado: o combinado não sai caro”, publicou em seu Instagram @casasemlixo

Sabemos que resoluções muito genéricas, como “ser mais sustentável”, por exemplo tendem a não dar certo. Em entrevista à Revista Saúde, o psicólogo Ronald Fischer, do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), recomenda que o ideal é fazer resoluções mais específicas. Quanto mais específica, maiores as chances de sucesso, diz. 

#PraCegoVer Uma tesoura sem ponta de cabo preto e uma cola branca estão em uso para formar uma colagem, com palavras recortadas de revistas. No papel laranja, que está sobre um fundo azul, está escrito: “Estou trilhando um caminho do qual me orgulho muito. Estou só começando e Escutar com amor.”

Na prática: chegou a lista de material escolar e os objetivos são economizar, ser mais sustentável e garantir a segurança das crianças. Assim, a organização pode partir de: “ensinar meus filhos a reutilizar o material escolar” ou ainda, se precisar realmente comprar algo, “pesquisar qual o fabricante que causa menos impactos ao meio ambiente” e “pesquisar e ensinar sobre a importância do selo de regulamentação do INMETRO”. Nessa breve entrevista a pedagoga Márcia Murillo, que atua na Mercur, conta um pouco sobre experiências e práticas para incentivar o convite à criatividade e reflexão ao reutilizar os materiais. 

“É um convite que incentiva a olhar para o que sobrou e não desprezar esse material que muitas vezes se torna “velho”, a cuidar mais do que tem hoje, pensando que pode durar muito mais tempo. Isso é organização. É também uma abertura para dialogar com os filhos sobre essas questões, para mostrar que tudo tem um ciclo de vida e isso também acontece com os produtos. Reaproveitar materiais permite destacar assuntos relacionados a educação financeira, a entender o custo que temos ao comprar coisas que na verdade poderiam ser ressignificadas ou reutilizadas”, destaca.

Ideal X o que é possível na sua rotina

O filósofo Luiz Felipe Pondé, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e coautor de Felicidades – Modos de Usar, afirma: “Faça resoluções mais simples e menos audaciosas. Resoluções que levem em conta seu cotidiano real e não uma pessoa que não é você”. 

Então vamos lá: a partir de conselhos de especialistas e leituras, preparamos algumas dicas para te ajudar a tirar os planos do papel. 

  • Encontre motivação. Tenha disciplina, pois ela é que cria hábitos. Hábitos vão te ajudar a seguir em frente.

  • Organize-se: use agenda, calendário, planilha ou um aplicativo. Com qual você vai lidar melhor?

  • Resoluções genéricas tendem a não dar certo. Quanto mais específica, mais chances de tirar do papel. Ao invés de “ser mais saudável”, que tal “ir à feira nos sábados”?

  • Metas inalcançáveis e prazos irrealistas podem gerar frustração. Faça uma lista pequena, mas possível. Foque no que é mais relevante agora.

  • Questione sempre o que pode fazer para melhorar sua rotina e alcançar seus objetivos, mas seja gentil com você. Imprevistos acontecem, tudo é aprendizado. 

  • Que descansar e cuidar de você e de quem você ama seja sempre uma resolução. #culturadocuidado

  • Por fim, comemore as suas conquistas. Vai te motivar a seguir em movimento.

Boa sorte! 

Informações para a Imprensa:
Engaje Comunicação Inteligente
Fernanda Dreier
(51) 3378.1136
mercur@engajecomunicacao.com

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