LER e DORT: saiba como prevenir - Mercur

Notícias

LER e DORT: saiba como prevenir

Voltar
17/08/2018

LER e DORT: saiba como prevenir

Uma mulher está escrevendo em um quadro, ela usa uma munhequeira.

Você provavelmente já ouviu falar sobre LER e DORT. A sigla LER significa Lesões por Esforços Repetitivos e compreende um conjunto de doenças causadas pela realização de atividades contínuas e repetitivas. DORT, por sua vez, é uma sigla para Distúrbio Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, um conjunto de doenças causadas por movimentos repetitivos ou outros fatores biomecânicos como esforço por levantamento constante de peso, além dos fatores psicofísicos e sociológicos, que atuam sobre o problema.

As duas são síndromes degenerativas e cumulativas e sempre acompanhadas de dor ou incômodo, provenientes não somente da atividade ocupacional intensiva, mas também de atividades realizadas sob intenso estresse. Algumas delas são as sinovites, tenossinovites, tendinites, bursites e Síndrome do Túnel do Carpo, que se caracterizam basicamente por quadros inflamatórios nos tendões e demais estruturas articulares.

O fisioterapeuta Regis Severo, que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Mercur, ressalta que os principais sintomas na fase inicial, que são as primeiras quatro semanas aproximadamente, são dor no local ao movimentar e até mesmo em repouso. “Em articulações maiores como joelho e tornozelo, dependendo da gravidade das lesões, podem surgir sinais como febre local e inchaço no local”, alerta.

Ele explica que os problemas mais recorrentes são advindos de movimentos repetidos numa grande quantidade de vezes, em determinado período de tempo, associados principalmente à má postura, a uma característica ergonômica incorreta ou à carga excessiva na realização de movimentos repetitivos, o que potencializa o risco desse tipo de lesão acontecer.

Prevenção é importante sempre

O fisioterapeuta explica também que não só o diagnóstico é importante, mas principalmente reconhecer os fatores que causaram a lesão ou patologia. “A tendinite, bursite, outras lesões ou distúrbios são consequência de alguma outra disfunção, seja um movimento excessivo, seja um trauma repetitivo. Por isso é importante não só tratar a consequência do que aconteceu, é preciso olhar um pouco antes e verificar os fatores de risco, prevenindo a recorrência da lesão de essa lesão ocorrer novamente”, ressalta. Ritmos excessivos, postura rígida ou tensa, ausência de pausas, são contribuições para o surgimento das LER/DORT.

Para prevenir, o profissional recomenda:

– Adequação ergonômica do ambiente de trabalho e atividades do dia a dia.

– Intercalar atividades.

– Fazer alongamento ou aquecimento prévio da região afetada.

– Fazer pausas durante as atividades para descansar e aliviar tensão e sobrecarga.

– Cuidar sempre da postura.

– Praticar exercícios físicos e fortalecimento prévio.

Como tratar

Quadro iniciais: é importante repousar e restringir a atividade que causou a lesão. Além disso pode-se usar de medidas anti-inflamatórias como aplicação de gelo, exercícios de alongamento, exercícios de relaxamento e medicação, se for recomendada por um médico.

Fisioterapia: momento imprescindível para reconhecer a causa da lesão e promover uma reeducação em termos de movimento e atividade. A partir da avaliação fisioterapêutica e do reconhecimentos dos fatores causais das lesões, é possível traçar estratégias tanto para o tratamento quanto para prevenção de novas lesões.

Imobilização/estabilização: é muito importante em alguns casos, principalmente para facilitar a cicatrização do tecido lesionado, seja um tendão ou um músculo.

A imobilização serve para dar condições para que o processo inflamatório, que é natural do corpo, aconteça de forma natural e pode ser feita com talas ou órteses rígidas,  porém deve ser prescrita pelo profissionais de saúde de acordo com uma avaliação prévia e caracterização do quadro clínico de cada pessoa.

Órteses de compressão podem dar suporte após o tratamento e ser utilizadas de forma complementar ao tratamento, auxiliando na estabilização articular, se indicadas por um profissional. Mas atenção: em alguns casos a imobilização é prejudicial, por isso é imprescindível que seja avaliada e indicada por um profissional.

 

Como tratar

Quadro iniciais: é importante repousar e restringir a atividade que causou a lesão. Além disso pode-se usar de medidas anti-inflamatórias como aplicação de gelo, exercícios de alongamento, exercícios de relaxamento e medicação, se for recomendada por um médico.

Fisioterapia: momento imprescindível para reconhecer a causa da lesão e promover uma reeducação em termos de movimento e atividade. A partir da avaliação fisioterapêutica e do reconhecimentos dos fatores causais das lesões, é possível traçar estratégias tanto para o tratamento quanto para prevenção de novas lesões.

Imobilização/estabilização: é muito importante em alguns casos, principalmente para facilitar a cicatrização do tecido lesionado, seja um tendão ou um músculo.

A imobilização serve para dar condições para que o processo inflamatório, que é natural do corpo, aconteça de forma natural e pode ser feita com talas ou órteses rígidas,  porém deve ser prescrita pelo profissionais de saúde de acordo com uma avaliação prévia e caracterização do quadro clínico de cada pessoa.

Órteses de compressão podem dar suporte após o tratamento e ser utilizadas de forma complementar ao tratamento, auxiliando na estabilização articular, se indicadas por um profissional. Mas atenção: em alguns casos a imobilização é prejudicial, por isso é imprescindível que seja avaliada e indicada por um profissional.

 

Informações para a Imprensa:

Engaje Comunicação Inteligente

Fernanda Dreier

(51) 3378.1136

mercur@engajecomunicacao.com

Engaje Comunicação Inteligente

Fernanda Dreier

(51) 3378.1136

mercur@engajecomunicacao.com

Acompanhe as notícias do universo Mercur

Cadastre seu e-mail ao lado e receba
todas as notícias e conteúdo exclusivo.

Created by Avanti