Nova Bota Imobilizadora da Mercur garante proteção e segurança sem comprometer a mobilidade - Mercur

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Nova Bota Imobilizadora da Mercur garante proteção e segurança sem comprometer a mobilidade

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18/10/2019

Nova Bota Imobilizadora da Mercur garante proteção e segurança sem comprometer a mobilidade

A Bota Imobilizadora M1 é resultado de pesquisas em biomecânica, conversas com profissionais de saúde e pessoas que fazem o uso de recursos de imobilização nas regiões do pé, tornozelo e perna

Uma mulher está sentada em um colchonete sobre a grama, ao ar livre, com as pernas estendidas. Ela veste roupas claras para a prática de exercícios, pois está se alongando, curvando o dorso na direção dos pés. Seu cabelo é castanho escuro e está preso. No pé direito está usando a Bota M1. Foto: Divulgação/Mercur

Após uma fratura ou lesão é obrigatório respeitar o período de cicatrização das estruturas lesionadas. O corpo humano, por mecanismos próprios, age para restaurar a região lesionada, mas o papel mais importante é de quem se machucou: evitar que a região sofra qualquer sobrecarga que possa dificultar o processo de reabilitação.

Situações inesperadas como essa afetam diretamente o dia a dia das pessoas e muitas vezes o uso de um recurso de imobilização acaba sendo encarado como um empecilho. Para transformar essa premissa, após a realização de pesquisas focadas em biomecânica, conversas com profissionais de saúde e pessoas que necessitam de recursos de imobilização nas regiões do pé, tornozelo e perna, a Mercur criou uma nova Bota Imobilizadora, a M1.

Projetada para proporcionar segurança e proteção durante o processo de reabilitação, é um recurso que imobiliza e ao mesmo tempo possibilita uma marcha mais natural, gerando o menor risco de alterações posturais ou incômodos em outras regiões do corpo, ocasionadas pelo período de imobilização.

Segundo o fisioterapeuta Régis Severo, que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Mercur, havia muitas queixas de dores em outras partes do corpo quando alguém precisava usar a bota. “Partindo disso nós fizemos vários ensaios para entender de que maneira poderíamos melhorar este recurso tão importante para a reabilitação em todos os aspectos e chegamos a este resultado. Cada componente não foi escolhido por acaso, analisamos profundamente cada um para que as melhorias sejam realmente significativas e garantam imobilização com conforto e mobilidade”, ressalta.

Design projetado para estimular movimento mais natural do joelho e quadril durante a caminhada

A Bota M1 cumpre a função de imobilizar sem comprometer a autonomia da pessoa lesionada, proporcionando mobilidade e conforto por meio de tecnologias em cinco de seus principais componentes: solado, palmilha, protetor de calcanhar, estrutura e revestimento.

Uma mulher está usando a Bota M1 na perna direita. Ela passeia com uma menina que leva pela mão, segurando uma coleira, um cachorro grande e de pelos longos. Ambas vestem roupas claras para a prática de exercícios e estão caminhando sobre a grama de um parque com algumas árvores. Sorriem uma para a outra.  Foto: Divulgação/Mercur

O solado da Bota Imobilizadora M1 é o principal responsável por facilitar o movimento da caminhada do usuário, mesmo com o membro imobilizado. O novo design do produto foi projetado com uma curvatura com ângulo especialmente desenvolvido para estimular um movimento mais natural do joelho e quadril durante a caminhada. A altura do solado minimiza a chance de alterações posturais e a largura e a parte inferior do solado possibilita maior estabilidade durante o apoio do pé ao chão, evitando possíveis complicações causadas por micro movimentos laterais do tornozelo. Já as ranhuras transversais na parte inferior do solado facilitam a higienização e foram projetadas para melhorar a aderência com o solo, reduzindo o risco de acidentes em pisos escorregadios.

A nova palmilha também foi projetada para proporcionar conforto durante o uso. Com propriedades de absorção de impacto e distribuição adequada da pressão plantar (forças que se distribuem na planta do pé), ela minimiza a sobrecarga nas articulações, músculos, fáscias e outras estruturas do pé, tornozelo e perna.

O protetor de calcanhar é anatômico, tem a função de aliviar a pressão da região posterior do pé e perna e de auxiliar na imobilização, evitando a possibilidade de complicações causadas por deslocamento do pé durante a caminhada. Já o revestimento foi desenvolvido com tecido que contém nanopartículas de íons de prata, que neutralizam a proliferação de bactérias no tecido e reduzem o mau cheiro ocasionado pelo uso prolongado.

A estrutura rígida da Bota M1, principal responsável por proteger a região do pé, tornozelo e perna, tem revestimento desenvolvido para facilitar a transpiração. Com alta capacidade de absorção do suor, o material dissipa o suor para o ambiente externo, diminuindo a chance de causar inchaço no local.
Um novo atributo muito importante do produto é que ele não contém nenhum componente metálico na sua composição, possibilitando a realização de exames de raio-x sem precisar retirar a bota, quando houver restrições clínicas para isto ou para tornar este procedimento mais seguro e confortável durante o período de imobilização.

Sentadas em um banco de madeira branco, de parque, sobre a grama, uma mulher, que usa a Bota M1 na perna direita, e uma menina que lhe acompanha, acariciam o cachorro que está sentado na grama, entre as pernas das duas. Elas estão vestidas com roupas para a prática de exercícios. Foto: Divulgação/Mercur

Feita com muita pesquisa e com o apoio de quem usa e recomenda

A Bota Imobilizadora M1, assim como os demais produtos que a Mercur lançou recentemente, foi cocriada por um grande grupo de pessoas, de áreas diversas e com conhecimentos complementares.

Eduardo Wüst, fisioterapeuta que atua no Laboratório de Biomecânica do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC), conta que a Mercur os procurou há cerca de três anos para fazer um estudo e compreender de que maneira poderiam contribuir com o objetivo de ter uma evolução da Bota Imobilizadora. “Criamos metodologias de avaliação de cada quesito, cada ponto que a equipe nos trouxe e que gostariam de trabalhar. Desde que ela tenha a função principal de imobilizar sem trazer outros prejuízos com o uso, até a avaliação de qual seria o melhor solado, o melhor revestimento, a melhor palmilha. Estudamos a distribuição das hastes, os padrões anatômicos, os padrões antropométricos, quantos velcros seriam necessários e em que posição para alcançar uma melhor fixação. Com essa complexidade fomos fazendo testes, avaliações e aprimorando a Bota Imobilizadora. Depois de muitos estudos, testes e avaliações, temos um ótimo resultado”, conta.

Já Delmar da Silva Pacheco usa a bota permanentemente e participou da cocriação dando sugestões de melhorias. Ele sofreu um acidente e ficou com a chamada “pisada equina”, por isso não consegue pisar e se locomover com calçados comuns. “Com a bota eu consigo caminhar e me viro bem, tenho mais autonomia e não sinto dor na musculatura. Ela me ajuda a estabilizar a pisada e assim consigo trabalhar e exercer bem minhas atividades de todo dia. É muito importante poder participar desse processo, sugerindo pontos que melhoraram este recurso que me ajuda no dia a dia e que vai ajudar outras pessoas também”, comenta.

Outro profissional que se envolveu com o projeto foi o designer de produto Matheus Pinto. Ele conta que a agência da qual é sócio, a Valkiria, foi convidada para cocriar o produto. “A partir disso estruturamos uma pesquisa com a metodologia do Design Thinking para entender cada ponto. Conversamos com especialistas, fisioterapeutas, médicos. Fizemos um report na Alemanha. O estudo foi feito ao longo do projeto e depois fizemos uma imersão para uma rodada de ideação, seguida pelo desenho do produto e uma evolução para pensar como o maquinário teria que se adaptar, quantas partes a bota teria de ter, como ganharíamos em mobilidade e absorção”, explica. Matheus acompanhou o projeto por um ano e diz ter sido uma experiência única. “Uma satisfação poder experienciar a forma como a Mercur atua. Quando íamos lá apresentar e tinha vinte pessoas de várias áreas para conversar conosco ficávamos impressionados. Fizemos um trabalho a mil mãos, com fisios, com a costura. Um real aprendizado de que não tem porque a gente não se reunir e tentar fazer cada vez mais coisas melhores e que ajudem as pessoas nas suas necessidades específicas”, encerra.

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Fernanda Dreier
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