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O papel das órteses na reabilitação

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14/06/2018

O papel das órteses na reabilitação

Qual é mesmo o nome daquela faixa preta que você já precisou usar no joelho?

Uma mulher está escrevendo em um quadro, ela usa uma munhequeira.

Um dispositivo externo que aplicado ao corpo auxilia em aspectos de estruturas dos sistemas nervoso, muscular ou esquelético. Essa é a função das órteses. Elas podem ser usadas de forma temporária ou não para auxiliar na função de alguma estrutura corporal como músculo, tendão, ligamento, entre outros, que está comprometida por alguma lesão ou alteração de estrutura.

Para que uma órtese tenha um desempenho eficiente é preciso atentar para algumas questões. A primeira delas é a correta indicação por um profissional da saúde, depois disso, é preciso observar detalhes como a facilidade de colocação, a possibilidade de ajuste e outros fatores que tornem o uso correto e confortável.

Segundo o fisioterapeuta Regis Severo, que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Mercur, uma órtese bem prescrita é aquela indicada após uma avaliação criteriosa e ampla do profissional que está acompanhando um processo de reabilitação. Ele explica que pode ser fisioterapeuta, médico ou terapeuta ocupacional, de acordo com a fase da reabilitação e o tipo de lesão. O importante é reconhecer a necessidade e as questões particulares de cada pessoa que precisa utilizar o recurso.

“O objetivo da órtese é auxiliar e não substituir a função corporal. Então é importante que se faça um processo de reabilitação completo que tenha como objetivo descontinuar o uso da órtese a partir que as funções corporais normais forem restabelecidas”, ressalta Regis.

Ele explica que é muito comum que as pessoas utilizem órteses sem a prescrição de um profissional da saúde e, desta forma, não realizam outras formas de tratamento, como por exemplo, exercícios para fortalecimento muscular e equilíbrio. Em geral, as órteses fazem parte do tratamento de lesões, mas outras condutas terapêuticas precisam ser associadas. Além disso, é fundamental que a órtese seja usada corretamente e apenas pelo período recomendado.

Como as órteses são desenvolvidas

Com conhecimento e tecnologia por profissionais da saúde. Conhecimentos em anatomia, antropometria, sobre patologias e lesões, em biomecânica, entre outros. Tecnologia para escolher as matérias primas adequadas, que possam potencializar o uso e não causar efeitos adversos nos usuários.

O fisioterapeuta alerta ainda para a importância de fazer o ajuste, a compressão ideal e acertar a posição correta no corpo.  São detalhes, mas que fazem a diferença para que a órtese cumpra sua função e para que o usuário se sinta confortável. Ele também recomenda levar em conta a facilidade de colocação.

Alguns tipos

Órtese estática: é um dispositivo que não acompanha o movimento da articulação, é rígido. Essas órteses são utilizadas para imobilizar ou restringir um movimento, para evitar que a articulação ou região do corpo faça um movimento específico que pode prejudicar a cicatrização da lesão ou regeneração dos tecidos. São exemplos: bota imobilizadora, imobilizador para joelho, órteses para punho com tala.

Órtese dinâmica: essas têm também o papel de estabilizar, mas acompanham o movimento do corpo. São aquelas em materiais elásticos, algumas com componentes rígidos, mas com dobradiças e articulações que vão auxiliar na execução do movimento. Elas firmam a articulação, mas não impedem o movimento e facilitam para que ele aconteça de maneira mais harmônica e natural.

Uma mulher está de costas, ela segura uma raquete de tenis e usa uma munhequeira.

Órteses de Tecnologia Assistiva e de uso contínuo: Bengalas, andadores, muletas, entre outros dispositivos de tecnologia assistiva também são considerados órteses, afinal, auxiliam na funcionalidade de corpo para a realização de diversas atividades de vida diária. Pessoas com sequelas permanentes decorrentes de lesões traumáticas ou neurológicas, podem requerer o uso contínuo destes dispositivos para conseguirem realizar os movimentos perdidos após a lesão.

Sobre a Mercur

A Mercur é uma empresa brasileira fundada em 1924 na cidade de Santa Cruz do Sul (RS) e começou sua trajetória com produtos derivados da borracha. Com o passar dos anos e o repensar constante de suas atividades, compreendeu que tudo o que é produzido para atender as necessidades humanas tem um impacto no ambiente, indivíduos e na sociedade. Por isso hoje assume publicamente o compromisso de incentivar o consumo responsável e participar com pessoas e organizações na criação de soluções sustentáveis para possibilitar um mundo de um jeito bom para todo mundo. Nessa caminhada, tem descoberto novas maneiras de construir soluções com as pessoas, a partir das necessidades delas. Atualmente, a empresa conta com cerca de 700 colaboradores e com um portfólio de produtos voltados aos segmentos de educação e saúde: borrachas de apagar, giz de cera, bolsas térmicas, órteses, muletas e produtos voltados à pessoa com deficiência.

Informações para a Imprensa:

Engaje Comunicação Inteligente

Fernanda Dreier

(51) 3378.1136

mercur@engajecomunicacao.com

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